segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O que não tenho a dizer sobre os Oscars

Não vou falar sobre os Oscars porque não tenho paciência para comentar os filmes nomeados, quase todos uma seca.
Queria que os Coen ganhassem tudo e não ganharam nada. Eu, se fosse a eles, nunca mais punha lá os pés, como o Woody Allen, que tem mais que fazer.
Houve nomeações que não percebi de forma nenhuma, como por exemplo nomear o que quer que se relacionasse com um filmeco estilo "The Kids are All Right" ou o Inception por qualquer outra coisa que não se relacionasse com prémios técnicos. Também não percebo bem como é que a cinematografia de um filme com tanto efeito especial pode bem, bem ser avaliada e acabar por ganhar Oscar (refiro-me novamente a Inception).
Não vi o King's Speech; acredito que seja bonzinho. 
Não tenho nada a dizer dos vestidos e da moda, quase tudo feio. 
E enfim, em geral foi uma desilusãozita, uma coisa fraquinha, tal como no ano passado, mas desta vez foi pior porque o James Franco pode ser muito giro e muito bom actor, e eu até acho que é, mas não lhe custava nada ter feito uma forcinha e ter tirado o ar de enjoado que fez enquanto apresentou a cerimónia. Até tive pena da outra, a gritar e a destilar sorrisos por todo lado, para tentar compensar a tromba anódina do James. 
Que seca.
E pronto, isto é o que eu não tenho a dizer sobre os Oscars, porque o que tenho a dizer não é nada.

3 comentários:

Fado Alexandrino disse...

Vi todos mas não vi a cerimónia, com esta idade tenho que me deitar até às 22:30.
Sobre alguns escrevi no meu blog e aqui vou deixar apenas mais um apontamento, como anglófona vai gostar imenso do Discurso do Rei. Trust Me ...

Rita F. disse...

Obrigada, Fado. Vou tentar apanhar.

Rita F. disse...

Fado, o comentário anterior era para agradecer a dica do comentário que deixou ao post anterior... :)
Não duvido que vá gostar do Discurso do Rei, mas gostei tanto do True Grit. Enfim, misérias desta vida.