
Eh pá, adoro marchas populares.
A qualidade musical é tão excelsa que tenho muita pena de ninguém se ter lembrado de gravar o repertório em CDs, para eu poder comprar e ouvir todos os dias. Será que a recolha de Giacometti e Lopes Graça contempla as marchas populares? Se não contempla, devia.
O guarda-roupa é cuidado e interessantíssimo, de grande fiabilidade histórica e extremamente revelador dos diferentes bairros de Lisboa e da pluraridade cultural dos mesmos bairros.
As coreografias são complexas e estruturadas, de grande expressividade, o complemento perfeito da riqueza musical a que já aludi.
A qualidade musical é tão excelsa que tenho muita pena de ninguém se ter lembrado de gravar o repertório em CDs, para eu poder comprar e ouvir todos os dias. Será que a recolha de Giacometti e Lopes Graça contempla as marchas populares? Se não contempla, devia.
O guarda-roupa é cuidado e interessantíssimo, de grande fiabilidade histórica e extremamente revelador dos diferentes bairros de Lisboa e da pluraridade cultural dos mesmos bairros.
As coreografias são complexas e estruturadas, de grande expressividade, o complemento perfeito da riqueza musical a que já aludi.
No seu todo, as marchas populares são um evento pleno de significado cultural onde a sociedade portuguesa revela a sua índole popular tão gira, sendo que são as marchas, igualmente, o melhor sítio para se ir ver o povo. De vez em quando, é bom ir ver o povo, ver como vivem, como falam, aquilo que os move, comove e demove.
Eu acho o máximo. Adoro marchas populares, logo seguidas de teatro de revista, essa outra marca indelével do povo. Ainda bem que vivemos num país onde há tanto povo por todo o lado.





